segunda-feira, 9 de maio de 2011

Primeiras impressões de Malta

Cheguei a Malta ontem e, em um dia e meio, já posso dizer que o país me surpeendeu positivamente. Aliás, é fácil se surpreender aqui, as cidades são lindas e sutilmente exóticas, de um exotismo que deleita os olhos.
O país... Ando descobrindo que gosto mesmo de lugares assim, pequenos, quase escondidos, (talvez por isso) cheios de uma cultura particular. Ao mesmo tempo em que eu levaria tempo para conhecer toda a história, cultura ou língua daqui, com muito pouco seria possível dizer que percorri todo o país, tal a sua pequena dimensão.
Já numa das primeiras conversas, um senhor, ao saber que eu era brasileiro, começou a falar de futebol e do Pelé. Até aí, nenhuma novidade; curioso foi quando ele perguntou, como se fosse natural, se eu era amigo do Pelé. Para alguém acostumado a uma pequena ilha, deve ser difícil até mesmo imaginar um país das dimensões do nosso!
Não por acaso, dizem que a regra dos seis graus de separação não vale na ilha: aqui são dois graus, ou seja, um maltês pode não conhecer diretamente outro maltês tomado ao acaso, mas muito provavelmente conhece algum amigo em comum...

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